E refiro-me não só ao crime, como à vida da equipa policial, que teve um papel de destaque no livro inicial e, pouca relevância na presente narrativa.
O tema principal neste livro prende-se com o rapto de jovens com características muito semelhantes entre si e com uma tatuagem que torna inequívoco para Helen Grace que estão perante mais um assassino em série.
Quem é e os seus motivos é o que vamos descobrir ao longo desta leitura, mas achei que o crime em si teve muito pouca acção ao longo do livro, não senti emoção, nem grande coisa a acontecer, o que esmoreceu o meu entusiasmo com a leitura.
M. J. Arlidge escreve bem, mas neste livro faltou-me aquele "quê" que nos tira o fôlego nos thrillers. É pena...
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