Contado na primeira pessoa, temos uma mulher que se encontra neste momento numa cama de hospital, em coma, com total percepção do que se passa à sua volta, ouvindo e compreendendo tudo sem, contudo, poder reagir. Não sei se isto é um facto verídico para pessoas em coma, mas assumindo que sim, é uma situação que só por si, já dá muito que pensar! Deve ser desesperante!
Mais a mais quando com estas conversas se revelam muitas informações que a leva a entender o passado. Passado este que iremos visitar, em dois momentos diferentes da história destas personagens, um passado recente onde aconteceu o acidente que a levou àquele hospital e a um tempo mais antigo, onde tudo começou.
É um thriller que entretém sem ser uma história completamente original ou memorável. Na minha opinião o grande ponto forte é esta questão do coma, a sensação de claustrofobia é muito grafica e passa para o leitor.
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